O CFM divulgou Parecer CFM nº 21/2026 que trata sobre a comunicação de más notícias no momento da entrega de laudos anatomopatológicos. Segundo o parecer, resultados de exames críticos devem ser comunicados pelo médico, priorizando a segurança emocional e assistencial, com responsabilidade, acolhimento e contextualização clínica.
O parecer destaca que o laudo anatomopatológico constitui documento de interconsulta médica e que sua correta interpretação depende da integração com dados clínicos, radiológicos e laboratoriais. Nesse contexto, o CFM considera que a comunicação de diagnósticos graves configura ato médico qualificado, devendo ser realizada, preferencialmente, pelo médico assistente escolhido pelo paciente.
A íntegra do Parecer encontra-se disponível aqui.
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